Neurons Hammer "Martelando os Neuróneos" Nestes blogs, além dos assuntos relacionados com a minha vida privada, encontro também, espaço para tecer reflexões de vida, de interesse social, criticando e sugerindo soluções para o País

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Out 14
Diante da situação política vivida no âmbito da realização das eleições gerais no nosso País, inquietantes são os resultados avançados pelo Secretariado Técnico de Administração Eleitoral pois não passam de uma fabricação intecional para julgar os três maiores partidos políticos de uma forma descriminatória, dando mais relevância ao partido no poder que na minha análise deve ser o principal protagonista nessa façanha, instrumentalizando o STAE, PRM, CNE e outros implicados na burla dos dois maiores partidos da oposição.

Estou totalmente convensido que os resultados avançados até agora foram forjados, não provêm das urnas onde os eleitores foram fazer a sua escolha democáticamente, até que me provem o contrario. As informações avançados pela mídia nacional inerentes ao escrutíneo deste ano mostram que as eleições deste ano foram as mais fraudulentas da história de Moçambique. O incrível nesta história é o facto de alguns observadores internacionais terem se pronunciado cegamente que as eleições no nosso País foram justas e transparentes obstruindo a posição tomada pelos observadores nacionais e dos partidos políticos lesados neste surfrágio.

O modo de proceder dos nossos governantes incita a violência e atenta a democracia, paz, segurança estabilidade e desenvolvimento do nosso belo Moçambique. Logo, não é possível falar de paz e harmonia numa situação destas. Paz significa estar em paz comigo mesmo em primeiro lugar, a seguir com o próximo e no geral (sociedade). Paz não significa atormentar um em dentrimento do outro. Para haver paz não é necessário que os inquietos se conforme sem que haja soluções para os seus problemas em troca de alegria de alguns.

Com o parágrafo anterior quero dizer que o desnvolvimento do País, a harmonia, a paz, a democracia, a estabilidade e segurança não serão possíveis se não se encontrar o meio termo para minimizar a situação das burlas excessivas resultantes das eleições gerais de 2014. Não estamos alegres com as injustiças protagonizadas pela Frelimo e STAE. Não nos conformamos com os resulatdos. Queremos a repetição das eleições. Se não for possível, a saida seria de um governo inclusivo ou de unidade atendendo e considerando a participação de todos os moçambicanos senão dos quadros dos três maiores partidos na instituição ou constituição do novo governo moçambicano.

Os números injustamente determinados, forjados, fabricados para o MDM pela Frelimo e seus cúmplices são muito injustos e revelam uma luta incansável da parte dos “batuqueiros” para a eliminação do nosso glorioso partido. Essa tentativa vai falhar pois com vitória ou derrota nós continuamos firmes na luta pelo privilêgio dos princípios democráticos. Queremos um Moçambique verdadeiramente democrático, onde o povo manda e é obedecido pelos governantes pois a ele devem a prestação de contas.

A luta pela democracia é uma estrada. Muitas realizações deverão ser levados a cabo com vista a consecussão da realização democrática dos moçambicanos. A educação deve ser massificada com qualidade e eficiência; A informação deve ser difundida com precisão e transparência para que o nosso povo esteje e seja devidamente actualizado e saiba intervir conscientemente em todo o processo democrático o qual vai além do símples depósito do voto até a fiscalização da actuação do governo subsidiando a tomada de decisões em todos os níveis da hierarquia governamental, participando activamente nos foruns de debate sobre os assuntos tocante a vida do próprio povo moçambicano.

O povo não deve ser negado a sua escolha. Se o povo é que exerce o poder, que se valide a escolha do povo do que caluniar o povo pelo dito não dito, pela escolha não preferida. O povo não deve se limitar ao ecto de votação, deve participar contribuindo de certa forma com ideias e proposta para uma resolução conjunta dos nossos problemas como moçambicanos cientes da nossa luta.
No tocante ao MDM, tenho uma inquietação que não me deixa em paz. O MDM não tem participado nas conversações do “governo” da Frelimo e Renamo no Centro de Conferência Joaquim Chissano. Penso eu que as negociações lá levados a cabo são muito sensíveis a saude da nossa agremiação política, pois tudo o que se decide dá mais mérito a Frelimo e a Renamo, é como se o MDM não existisse. O MDM já se confirmou e afirmou-se como uma tercera força política. O MDM é um partido político reconhecido e regido pelos estatulos próprios como um partido político registado e reconhecido a nível nacional e internacional. O MDM têm sua popularidade que deve garantir a sua confiança nele, fazendo a manutenção da sua existência actuando na arena política nacional não somente como alternativa mas como um partido firme nos seus udeiais de governaçã e decidido a crescer cada vez mais.

O meu concelho, como membro activo, que se identifica com os estatutod do MDM, sugiro que o MDM tome parte das negociações levados a cabo pela Frelimo e Renamo no Centro de Conferência Joaquím Chissano, pois aquilo lhe diz respeito de certa forma. Por mais que o papel do MDM seja, naquele lugar, de assistir e acompanhar o que é que os dois discute e acordam sobre o nosso País, pois nem tudo eles trazem a tona para partilhar com o povo, nem tudo o povo deve saber. Nessa condição, o MDM é povo tambem? Não estou feliz... Quero ouvir e saber da nossa presença naquele lugar. Quero ouvir da nossa actuação naquele lugar. Em alguns aspectos coincidimos com a Renamo. Por que é que não marquemos a nossa participação para reforçar essas exigências, a pressão para que junto cheguemos a um acordo abrangente?

Agora que o processo elçeitorl as coisas não ocorreram como nós esperávamos, hoveram muitas ocorrências e tentativas de fraudes eleitorais, nesse nosso protesto de invalidação dos resultados eleitorais pré-fabricados pela Frelimo em conivência com o STAE, se os dois partidos implicados em negociação decidirem partilhar, durante as suas negociações, como é que iremos saber? Como é que nos irão incluir? Como é que poderemos discutir a nossa participação desse governo de Unidade? Onde é que estaremos?

Para mim a solução das nossas diferenças com a Frelimo só pode ser através da repetição do escrutíneo ou em última análise pautarmos pelo governo de Unidade, em que os três partidos poderão partilhar as pastas mas isso, para o MDM fazer parte só é possível através do diálogo.

Não aceitamos os resultados forjados, são injustos. Por mais que tivéssemos perdido as eleições, 20% teríamos conseguido em todo o País. E, a lógica é que terria havido uma segunda volta entre os dois candidatos mais votados para sair o verdadeiro presidente da escolha do povo e nas Assembleias a persentagem conseguida pelos partidos políticos garatiria o equilíbrio e uma discunsão democraticamente aceite pelo povo em benefício do povo e nunca dos partidos políticos. A Frelimo apercebeu-se de tudo isso... evitou para que isso não acontecesse. O povo notou claramente tudo isso. Nos próximos pleitos eleitorais, não admiremos a abstenção massiva do povo pois este por sua vez terá descredibilizado demasiado o resultado das urnas. A não ser que pautemos pela votação electrónica.

Kokorikoooooo.
MDM hoyeee...
MDM hoyeee...
MDM hoyeee...
O povo, vencerá...
publicado por Julio Khosa às 19:08

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