Neurons Hammer "Martelando os Neuróneos" Nestes blogs, além dos assuntos relacionados com a minha vida privada, encontro também, espaço para tecer reflexões de vida, de interesse social, criticando e sugerindo soluções para o País

05
Dez 13
Só faltava o meu presidente, o futuro presidente de Moçambique democrático, dizer algo. O meu presidente, o presidente que o povo quer, já falou... Ele disse, basta aos desmandos perpetrados pelos frelimistas. O povo disse o mesmo, expressou-se através do voto e a Frelimo fez questão de calar a boca do povo com a fraude mas todo o mundo ouviu o grito do povo e o canto do galo. O galo cantou e o povo despertou...

A Frelimo quis que o povo continuasse adormecido, o povo não quis, gritou e a Frelimo forçosamente apertou a bouca do povo mas a voz do povo escapava pelas brechas dos dedos do bárbara, agressor, violento, corrupto, bruto, louco pelo poder...

O canto do galo na povoação associou-se ao da perdiz na touca, só que o da perdiz não souva bem por ser selvágem... O doméstico soou bem nos tímpanos de quem ainda dormia. Kokorikooooooo... Ninguém mais aceita dormir. Todo o mundo já despertou; quer trabalhar; quer falar; quer gritar; quer cantar; quer bricar; quer alegria; quer daçar; quer tudo o que há de bom neste mundo, mas um mundo repleto de paz e gozos de alegria; um mundo sem guerra, sem sequelas, sem conflitos armados, sem ditadura, sem opressão; um mundo em que as pessoas sonham e realizam os seus sonhos, um mundo repleto de oportunidades e realizações. O povo sabe que tudo isso é possível no país verdadeiramente democrático em que não há Guebuza a fazer e desfazer do bem público; em que não ha Frelimo a viciar o aparelho de Estado, a agir a margem da lei, a promover a exclusão social, político e económico, a criar grupinhos entre moçambicanos que de natureza são uma nação e única sociedade, unida de Rovuma ao Maputo e do Zumbo ao Índico; Um Moçambique real é possível com um Movimento Democrático de Moçambique que acatando bem o apelo do seu presidente pode levar o povo moçambicano ao destino de um futuro brilhante que jamais conhecera.

Há quem acredita que moçambicanos que podem nortear os destinos de Moçambique e seu povo são somente os libertadores da pátria do colonialismo português! E eu digo não é bem assim. Moçambique é para todos nós. Moçambique é um xadrez composto por várias pessoas, povos de raças diferentes, individualidades, muitos partidos políticos, várias religiões, etc que todos unidos tem um e único objectivo que é desenvolver Moçambique, levar uma vida condigna, viver em paz e harmonia, respeito mútuo, auto-estima e realização. Todos querem o bem para Moçambique.

Os libertadores cegaram a sua vista acreditando que os jovens irão vender o país! Não é verdade. De todos que eu mencionei, acredito que ninguém pensa em fazer isso. Somente a Frelimo é que faz. Os relatórios do CIP tem evidenciado que eles é que estão a levar o país ao destino incerto, o que desperta o levante popular...

O povo já descobriu isso e diz basta. Nós todos somos moçambicanos, gozamos de direitos iguais, ninguém é mais do que outro, aqui deve reinar o espírito de complementaridade e interdependência, o espírito de tolerância mútua entre irmãos... Somos uno.

Ecos soam de dentro da Frelimo, intelectuais falam, pronuciam-se porque o galo canta, procuram se libertar do pesadelo, do sufoque guebuziano, estão fartos de engolir sapos... E nós bem dissemos: Moçambique para todos. Um Moçambique real, em que não há descriminação racial, religiosa, tribal, genero, cor partidária, regional, lingua, etc. Nós, MDM, acreditamos que é possível sermos Unidos com as nossas diferenças, como um povo uno, um povo moçambicano verdadeiramete dito; um povo que luta unido para o seu bem; um povo em que nele não há Renamo, MDM, Frelimo, Pimo, PVM, Ecologista, PT, PDD, MPD, Changana, Macua, Chuabo, Nyungwe, Sena, nem ¨Chingondo¨ - termo pejorativo. Onde há somente moçambicanos livres na filiação política, confissão religiosa, etc, mas a lutarmos de mãos dadas para o bem colectivo. Um Moçambique que se preocupa pelo outro, que não olhe para as diferenças poíticas, económicas e sociais como sinal de bem estar social e dignidade de prosperiade. Sim , prosperidade por esforço próprio mas não por delapidar o que é coletivo, os bens do Estado, corrupção. É possivel sim. Parece impossível, mas eu volto a sublinhar que é possível e o MDM é a principal escola em Moçambique e na África Austral.

Pela primeira vez na sua história, nesta nova página da história de Moçambique, o povo moçambicano vai ver que é possível respeitar a lei sem exclusão de idade, classe social, nível académico, posição social, cargo, etc, todos respeitarem a Constituição da República e a demais legislação do nosso belo Moçambique. Tudo já está prescrita na lei, só que os frelimistas não querem saber nada daquilo que a lei manda, e eles (os frelimistas), sendo a maioria na Assembleia da República, foram eles que aprovaram essas leis, e hoje, as transgridem...

Quem me dera se vivesse Samora Machel, muitos deles creio eu que não fariam isso... A Frelimo deve saber que estar no poder é um contrato social, se o povo não lhe quer mais deve aceitar o divórcio, e não devem continuar a comparar a Frelimo com um pai, pois esse exemplo não se encaixa bem; meu pai é meu pai não posso divorciar com ele, há um vínculo biológico que a ele me liga, mas no engajamento o há um contrato que se pode romper quando não houver mais entendimento. por isso abaixa enganar o povo do campo com esses discuros falaciosos.

O meu povo já despertou, já vê. A geração da viragem como eles nos apelidam, já vê e está exigindo mais do governo. Portanto, para mim, os próximos governantes deverão se empenhar mais e estarem muito atentos às exigéncias do povo. Devem valorizar mais as pessoas do que outras coisas. São essas pessoas que lhes confiaram o poder e a elas devem prestar as contas, e darem relatórios dignos de aceitação e confiança.

Estamos num mundo globalizado em que as TICs dominam o terreno, ainda bem que não há mais espaço de opressão dos midias, a informação dispersa pelas redes sociais precisa de ser aproveitada pois é lá onde se vê o foço governante e governado reduzido, onde há partilha de experiências, opiniões, soluções, onde não há mCel, nem Vodacom, nem Movitel a controlar quem diz o quê, a quem, porquê, onde há todo o mundo conectado pela tecnologia a consumir e produzir informações.

Em gestão precisamos de informações para a tomada de decisões. A informação formal e informal é importante, o segredo é saber fazer a sua gestã para o fim desejado. A Frelimo, nisto tudo, não deve ficar parado no tempo e pensar em oprimir o povo que busca competir a nivel mundial e que com isso precisa de recursos gerados por uma boa governação, uma gestão participativa, inclusão político, económico e social, distribuição equitativa da renda nacional, desenvolvimento equitativo do território nacional, não canalizar receitas do país somente para a capital do país, etc, etc.

Acredito num Moçambique Real, onde o povo fala e é escuitado, num Moçambique democrático, onde o povo é patrão, nomea e exonera. Moçambique de democratas, resistentes, liberttadores, independentes, tarabalhadores , etc, etc. O povo vencerá.
publicado por Julio Khosa às 17:09

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